Pensamentos Olavianos

Julho 30, 2006

Saudade

Arquivado em: Olavianeidades — Olavo @ 2:40 pm

O mau da saudade tá batendo forte.

Malvados

Arquivado em: Olavianeidades — Olavo @ 2:30 pm

Julho 29, 2006

The Big One

Arquivado em: Olavianeidades — Olavo @ 2:56 am

Meu grande problema é minha falta de aceitação comigo. Eu não concordo com o que eu sou, principalmente em dois aspectos, social e físico. Não gosto de me sentir um velho de 21 anos. Não de ser magro. Não gosto de ter uma vida calma. Mas o pior é que eu tento mudar, mas não consigo! E quando faço algo pra mudar isso, desisto logo! O problema tá aqui, ó, em cima do pescoço.

Julho 28, 2006

Buscando Inspiração…

Arquivado em: Olavianeidades — Olavo @ 12:53 am

Como vocês podem perceber, não sou de escrever muito. Minha cabeça se enche de temas durante todo o dia. Fico debatendo comigo mesmo sobre eles, elaborando textos, pensando, refletindo, argumentando… mas quando chego aqui, nada!

Daí aproveitei pra ver os meus blogs favoritos e, quem sabe, extrair algo dali. Deu certo. Pelo blog de New entrei no site No Mínimo e encontrei uma matéria falando sobre a nova novela das oitos, Páginas da Vida. Sim, eu gosto de novelas.

Vale a pena ler toda a matéria, mas um parágrafo me chamou a atenção:

“Até agora, ‘Páginas da vida’ alternou-se, de maneira bipolar, entre a sacanagem e a correção política, como se a Globo acreditasse que a segunda anula a primeira. O mais provável é que elas se confundam na cabeça do espectador. Afinal, o depoimento sobre masturbação de uma senhora de 68 anos é um avanço no tratamento do sexo por uma novela ou uma busca desesperada pela audiência?”

Essa é a minha grande questão. Não sobre exatamente isso, se o “avanço no tratamento do sexo na terceira idade” ou “a busca desesperada pela audiência”, mas o que corre ai, o mal ou o ruim? O negro ou o branco? O norte ou o sul? Não sei explicar bem, verdade seja dita, mas o que me aflige é a minha necessidade de tentar ser compreensível e tentar entender todos os lados de tudo. “Música popular é uma droga para quem gosta de música erudita, mas também é cultura” ou “O que será que aconteceu com Hilda Furacão? Seria que o demônio mesmo dominava seu corpo e a fazia falar e agir daquelas maneiras ou é realmente a Igreja que usa o demônio pra explicar tais comportamentos não aceitos por eles”? Qual é o certo? Por mais que aqui na Terra, na grande maioria das vezes, prevaleça o científico, será este o certo? Será que existe o certo? Será que pode existir a Igreja querendo dominar seu rebanho juntamento com o demônio tentando pegar uns pra eles? Será que a psicanálise é realmente uma “fuga da realidade” como o behaviorismo radical diz? Será que o behaviorismo radical não quer cientificar demais coisas que não são científicas? Será que a mudança do exterior vem do interior, como propõem a física quântica? Ou será que é as ações do exterior é que realmente eliciam nossos eventos privados e nos faz emitir nossos comportamentos?

O problema é que teorias são muitas, para uma única coisa. E em cada teoria dessas há algo que te toque, sendo tocado um pouco por uma, um pouco por outra, mais um pouco pela terceira, e de novo pela quarta… até você se perder nesse mar de idéias e não saber mais o que é real ou irreal. Em quem acredita ou deixa de acreditar. Acho que vou fazer exatamente aquilo que uma propaganda da Globo nova, sobre política, aconselha a não fazer: decidir no Cara ou Coroa.

E você? Acredita em que? Escolhe o que? Cara ou Coroa?

Julho 23, 2006

Resposta ao tempo

Arquivado em: Música — Olavo @ 4:08 am

Eu bebo um pouquinho pra ter argumento.

Ele zomba do quanto eu chorei.

Há folhas no meu coração, é o tempo.

Pois não sabe ficar, e eu também não sei.

Respondo que ele aprisona.

Eu liberto.

Como eu morro de amor pra tentar reviver.

Que não soube amadurecer.

Ele não vai poder me esquecer.

 

 

Julho 19, 2006

Infinito particular

Arquivado em: Música — Olavo @ 3:15 am

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Infinito Particular
Arnaldo Antunes, Marisa Monte, Carlinhos Brown

Eis o melhor e o pior de mim

O meu termômetro, o meu quilate
Vem cara, me retrate

Não é impossível
Eu não sou difícil de ler

Faça sua parte

Eu sou daqui e não sou de Marte
Vem, cara, me repara
Não vê, tá na cara, sou porta-bandeira de mim

Só não se perca ao entrar
No meu infinito particular

Em alguns instantes

Sou pequenina e também gigante
Vem cara, se declara

O mundo é portátil
Pra quem não tem nada a esconder

Olha minha cara

É só mistério, não tem segredo
Vem cá, não tenha medo

A água é potável
Daqui você pode beber

Só não se perca ao entrar
No meu infinito particular

Julho 17, 2006

Onírico

Arquivado em: Olavianeidades — Olavo @ 2:18 am


Puro

Fomos para um apartamento qualquer. Não o nosso. Talvez o modelo dele. Num prédio de difícil acesso. Onde as escadam eram defeituosas e os elevadores inoperantes. Não me lembro o motivo mas te carreguei em meus braços escada acima. Percebi algumas lágrimas em seus olhos e lhe perguntei o porque delas. Você me disse apenas duas palavras.

Daiane. Proteção.

Para mim, foram suficientes.

Amor

O dia já estava chegando e tinhamos que voltar para casa. Entramos no carro e você se deitou no meu colo. Fiquei te fazendo carinho. Cada toque em teu corpo me enchia de alegria e esperança. Começamos a trocar confidências. Nosso passado. Me despedi de seu irmãos e fui para minha casa.

Sonhando com o nosso sonho.

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